A criação do circuito é significativa para a Asics. A marca opera no Brasil há apenas quatro anos, mas nesse período já conseguiu se transformar na sétima principal subsidiária da companhia. Atualmente, a empresa detém 45% do mercado de alto desempenho para corridas de rua no país.
“Essa é a nossa primeira prova própria. O projeto inteiro tem aprovação internacional, e a nossa intenção é transformar isso em um modelo”, relatou Andréa Longhi, gerente de marketing da Asics. A meta da companhia é ter, no primeiro ano, cinco mil corredores no Rio de Janeiro e em São Paulo e três mil em Belo Horizonte e Brasília.
Todas as provas do circuito montado pela Asics serão puras – não terão outras distâncias concomitantes. A marca também anunciou que vai priorizar trajetos planos, que propiciem provas com alta velocidade.
Detalhes do projeto, como traçados e marcas que serão atreladas às provas, ainda não foram definidos. As corridas estão programadas para 26 de junho (Rio de Janeiro), 17 de julho (Belo Horizonte), 7 de agosto (São Paulo) e 6 de novembro (Brasília).
O curioso é que o lançamento do circuito da Asics aconteceu pouco mais de um mês depois de a Olympikus ter sido oficializada como substituta da marca como patrocinadora da Maratona Caixa da Cidade do Rio de Janeiro.
“Mas uma coisa não tem relação com a outra. Nós pensamos na criação desse projeto durante os últimos quatro anos. Foram quatro anos de pesquisa e de investimento. A Maratona do Rio era um dos pontos que pretendíamos usar, mas desejamos toda a sorte do mundo para eles”, afirmou Giovanni Luis Decker, vice-presidente da Asics no Brasil.
GUILHERME COSTA
Da Máquina do Esporte, São Paulo – SP

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